Amor e Limites

“O limite, se colocado com amor e consciência, é uma forma de ajudar no desenvolvimento da criança. Já a repreensão é o contrário: é como um veneno que age contaminando uma virtude que constitui a base, a fundação da árvore da consciência  – a autoconfiança. A espontaneidade, que é uma expressão da autoconfiança, é bloqueada e contaminada pelo medo – o medo de não receber amor. Esta é a ilusão básica que sustenta a miséria no mundo: a ideia de que somos carentes e precisamos receber algo de fora.”  –  Sri Prem Baba

“Limite” ainda é um tema polêmico quando o relacionamos à educação e formação de crianças pequenas. Existem diversas vertentes, pensamentos, correntes acerca de como construí-lo e exercê-lo enquanto pais, educadores e pessoas que fazem parte do contexto social de crianças de diversas faixas etárias.

Em minha experiência enquanto educadora e adulta que convive com crianças em diversos contextos, percebo que o limite construído sem sem amor, sem valor, tem como resultado a repressão, e uma visão autoritária e nada inspiradora de um modelo a ser reproduzido no futuro.

O limite construído sem amor só adverte, proíbe, determina, impõe, sem considerar a construção, a explicação, a espontaneidade e a liberdade de ser quem somos.

E como construir limites de uma forma diferente com crianças tão pequenas?

Devo ser permissivo?

Tolerante a tudo?

Como demonstrar amor ao construir limites?

E como demonstrar amor enquanto educador?

Costumo dizer aos pais das crianças com quem convivo e trabalho, e também aos colegas de profissão que a afetividade é a chave. Posso dizer o que eu quiser se eu fizer da maneira correta, com respeito e empatia. E antes de advertir e proibir, devemos entender o que está se passando pela cabeça das crianças. Qual o raciocínio, o pensamento por trás daquela ação. E como fazer isso? É muito simples: perguntando!

Converse com a criança pequena como você conversaria com a pessoa mais importante para você. Faça perguntas, instigue-a a pensar e acredite na capacidade dela compreender e expressar suas ideias. Demonstre interesse pelas suas respostas. Olhe para ela com atenção e exclusividade. Comporte-se com ela mesma forma que gostaria que ela se comportasse com você quando precisar ter uma conversa séria.

Mesmo com bebês, estabelecer diálogos com esses princípios traz impactos positivos no desenvolvimento da oralidade e na construção de habilidades para se relacionar com o mundo e com o outro.

E quando precisar ser firme e duro, tenha estômago para isso. Respire fundo, organize as ideias e converse com ela sem procastinar. Construa com ela hipóteses e combinados de forma respeitosa, sem jamais constrangê-la.

E quando ela cumprir os combinados, vibre com ela! Comemore de verdade! E essa comemoração deve ser feita através da afetividade pura e genuína e não da recompensa material.

Caráter tem a ver com a integridade de ser quem somos ou seremos, e não com o que temos ou teremos SE fizermos o que o outro espera de nós.

No mundo corporativo, diante de desafios é comum construir planos de ação, metas pequenas para atingir as grandes e manter sempre a congruência e a consistência. Precisamos de processos diários, bons hábitos e compromisso para alcançar bons resultados.

Se fazemos isso no trabalho, porque não na nossa vida, na nossa família?

Pai e Educador, você pode e deve gerenciar sua família e sua turma baseando-se nestes princípios. Construa com as crianças esse sentimento de pertencimento a um time com objetivos, que necessita da cooperação e co-responsabilidade de todos para alcança-los.

Faça isso da forma mais simples possível: converse e registre com elas. Pode ser através de um cartaz, um desenho, vídeo, objetos – o importante é ter significado para os dois lados do compromisso. Revisite isso constantemente com elas e ajustem juntos, sempre que necessário.

As crianças agradecem, e o mundo também!

Com amor e limites se constrói seres humanos mais conscientes, responsáveis, sadios, corajosos e livres para serem quem são, e consequentemente, um mundo melhor.

Hora da leitura: “Uma lagarta muito comilona” – Eric Carle

Logo no início do ano letivo, eu estava na bilbioteca da escola procurando por algum livro que abordasse a metamorfose da borboleta de uma forma diferente e, apesar de pequeno, este livro chamou a minha atenção só de olhar rapidamente para a ilustração da capa. O formato também é muito interessante e bem adequado a história.

Quando levei o livro para sala e mostrei para as minhas crianças, elas também se apaixonaram a primeira vista.

A história é envolvente e as ilustrações feitas pelo próprio autor tornam o livro colorido, divertido e belíssimo!

A partir desta obra, trabalhei com a turma: números de 1 a 5, dias da semana, o percurso da lagarta até a borboleta (ciclo da vida), modelagem e pintura, contemplando áreas do conhecimento como matemática, língua portuguesa e ciências, além dos temas transversais “meio ambiente e conhecimento de si e do outro”.

Planejei propostas para duas semanas, envolvendo a leitura, roda de conversa, confecção de uma lagartinha com massa de cerâmica, pintura para acabamento e também pintura coletiva em chapa fotográfica com tinta guache e cola colorida para a confecção de várias borboletas (que viraram móbiles) para enfeitar a sala.

Também trabalhei com a música “A borboleta e a lagarta” (Palavra Cantada), que já entrou para o repertório mais pedido pela sala nas rodas de música.

As crianças gostaram muito da história e das propostas.

Para quem quiser saber mais sobre o livro e o autor, é só clicar no link abaixo:

http://www.callis.com.br/system/releases/35/original/Release%20Lagarta%20Comilona.pdf?1298489254

Recomendo!

Recurso Pedagógico: Como fazer um Tapete ou Painel Sensorial

Na educação infantil é muito importante o trabalho com os sentidos das crianças. O contato com texturas, cores, formas e materiais diversos desenvolve e aprimora a percepção das crianças acerca de suas habilidades sensoriais e sua relação com o mundo, além de ampliar o repertório de imagens, elementos, vocabulário, entre outros.

O tapete ou painel sensorial é um recurso pedagógico que contempla todos estes objetivos, e pode ser utilizado de diversas formas, dependendo da criatividade do professor.

Há um ano fiz um tapete sensorial para a Creche onde trabalho, que ficou muito bacana (ilustração ao lado). A escola tinha um acervo bem grande de sucata, então produzi-lo não foi nada difícil. Ainda contei com a criatividade e mão de obra da também pedagoga Ingrid Batista, reduzindo o tempo de produção do mesmo.

Para montarmos o tapete da ilustração, utilizamos:

  • 2 caixas de papelão desmontadas grandes (eram de carrinhos de bebê)
  •  revistas velhas
  •  caixas de ovos
  •  lã
  • agulha
  • tesoura
  • cola quente
  • cola branca
  • estilete
  • folhas de papel canson A4
  • fita silvertape
  • milho
  • penas/plumas de fantasia
  • retalhos de tecido
  • espuma de colchão
  • plástico bolha
  • tinta guache
  • estrelinhas
  • algodão
  • retalhos de tule
  • pedaços de lixa
  • pedaços de eva
  • canudos
  • papel alumínio
  • resto de lona plática transparente
  • linha de nylon grossa (0,45 ou 0,50)

Como fizemos?

  1. Nosso objetivo era fazer um tapete fofo e grosso, então primeiro desmontamos as caixas e empapelamos todo papelão a fim de unirmos as partes dos cortes de cada caixa. Para o empapelamento, rasgamos as revistas e colamos os pedaços, sobrepondo-os com cola branca diluída em água para render mais.
  2. Enquanto os dois papelões secavam, pegamos as caixas de ovos e pisoteamos para nivelar. Em seguida, colamos com cola quente em cima de um dos papelões eleito como base do tapete (parte de baixo). Colamos as caixas em todo o papelão, sem deixar buracos.
  3. Depois disso, colocamos por cima o outro papelão e com a agulha grossa e a linha de nylon, alinhavamos as bordas do tapete. Isto deu um trabalhão, considerando que o mesmo ficou bem grosso. É possível selar as bordas / extremidades com a própria fita silvertape.
  4. Após unirmos e selarmos o tapete, pintamos os dois lados com tinta guache azul. Utilizamos aqueles potes grandes da acrilex e os recomendamos, pois são bem fortes e 2 aplicações bastaram para deixar a pintura uniforme.
  5. Enquanto o tapete secava, separamos 15 folhas de papel canson A4 e reproduzimos ou aplicamos em cada folha texturas e materiais diversos. 
  6. Depois de prontas, é só dispor e colar no tapete com cola quente da forma que achar melhor.
  7. Como havia um pedaço de lona transparente grande, o utilizamos para impermeabilizar o tapete, fazendo recortes nas áreas com as texturas.
  8. Para finalizar, utilizamos a fita silvertape nas bordas do tapete como um todo e dos painéis com as texturas, para fixar a lona e dar um melhor acabamento para o tapete. 

Depois de pronto, o recurso ficou disponível na unidade para uso enquanto recurso pedagógico. A ideia inicial era deixá-lo em um espaço fixo, num cantinho da unidade separado para isto. Entretanto, isto não foi possível e para utilizá-lo os professores precisariam transportá-lo. Isto ficou bem inviável, devido ao peso  e ao tamanho do mesmo; precisaria ser transportado por 2 pessoas, no mínimo. Posteriormente, a equipe gestora optou por disponibilizá-lo como um painel num cantinho da unidade, o que melhorou o acesso ao recurso pelos professores e pelas crianças.

Por isto, recomendo que isto seja considerado por você na hora de reproduzir esta ideia. Pense nos objetivos, na forma e no espaço em que o utilizarão antes de produzi-lo.

Apesar das dificuldades, para os pequenos tudo é festa e novidade. Tanto o tapete quanto o painel fizeram sucesso entre as crianças, que aprenderam a apreciá-lo e fizeram muitas descobertas a partir dele.

Todas as crianças tiveram contato com este recurso, desde o berçário até os ciclos finais de educação infantil.

Sem dúvidas, é um excelente recurso pedagógico para enriquecer os planejamentos e a incrementar rotina.

Professor Substituto: Manual de sobrevivência

A maioria dos professores iniciantes sobe vários degraus antes de chegar a regência de determinada sala e fixar-se em determinada instituição. No setor público é comum que mesmo os concursados iniciem nas escolas como professores substitutos de uma única unidade, o que sem dúvidas, é bem desafiante. Ao longo da minha experiência (que ainda é bem modesta), notei que por não estarem fixos em uma sala e por estarem sujeitos a outras atribuições e requerimentos da equipe gestora, alguns substitutos se acomodam e são vistos como “horácios” da unidade, que deixam a coisa acontecer quando estão substituindo, sem se envolver com a sala, sem trazer propostas e sem atuar como professor nestas ocasiões.

Em 2012, se tudo der certo, vou subir para o degrau da substituição em minha carreira e para isto li bastante a respeito e decidi compartilhar as informações interessantes e válidas que encontrei.

O INÍCIO

Quando iniciamos em um novo espaço temos que lidar com várias questões, como novos relacionamentos, novo ambiente, novas regras, nova gestão, nova filosofia, e principalmente com a descredibilidade e expectativas iniciais, pois ninguém conhece nosso trabalho ainda.

É importante que nossa postura seja de prontidão e total disponibilidade para que percebam que não somos peso morto ali e que fazemos parte do quadro de docentes, ou seja, estamos aptos a auxiliar no cotidiano, trazer sugestões,  e contribuir ainda mais para o trabalho de cada professor regente em seu cotidiano, além do trabalho desenvolvido pela escola como um todo.

Quando colocamos o pé na instituição, não devemos esperar que alguém nos procure para nos atribuir tarefas. Somos professores e sabemos porque estamos ali.

 Recomendo que ao chegar, é interessante passar de sala em sala para ver se todas as professoras chegaram e imediatamente assumir a classe quando a professora regente ainda não estiver.  Se o quadro estiver completo, perguntar se podemos auxiliar em alguma coisa. Se nenhuma precisar de auxílio, perguntar para a equipe gestora o que podemos fazer naquele dia. A iniciativa é muito importante, pois traz respeito e reconhecimento como consequências.

Outra iniciativa importante é fazer um registro com o nome dos alunos, informações e horários de atividades de cada sala da unidade escolar. Isso vai nos nortear quando tivermos que substituir, evitando que tempo seja perdido atrás deste tipo de informação e além disso nos deixará confiantes em nossa atuação e, passará credibilidade e segurança para os alunos, professores e gestores.

Também é necessário ter planos de aula adaptáveis prontos. A rotina deve ser contemplada e os conteúdos trabalhados devem ser considerados, para que sua aula não seja considerada como um “tapa-buraco” e sim como sequência do trabalho do professor regente.

PROFESSOR SUBSTITUTO EM AÇÃO

Quando tivermos que assumir uma sala, seja por um breve ou longo período devemos nos atentar para as seguintes considerações:

  1. Separar e organizar os materiais ou recursos que utilizaremos nas aulas previamente. Vale a pena chegar minutos antes para garantir que a sala de vídeo estará aberta,  a biblioteca pronta para receber os alunos, o parque em condições adequadas e não ocupado por outra turma, e para separar os materiais necessários para as atividades como cartolina, tinta, entre outros.  Já perdi muito tempo correndo atrás de chave e outros recursos e sei o quanto isso contribui de forma negativa para a execução da proposta, além de provocar agitação e impaciência desnecessárias nos alunos.
  2. Apresentar-se para a sala e pedir para que se apresentem de forma organizada. Os primeiros minutos em sala são decisivos pois transmitimos para nossos alunos muito mais do que imaginamos. É interessante que o professor entre na sala e os trate como gostaria de ser tratado. Entrar calmamente, olhar para a sala e cumprimentar respeitosamente é fundamental, pois quem gostaria de participar de uma aula ou palestra em que o professor ou palestrante fizesse uma entrada atordoada e mal nos cumprimentasse ou ainda fizesse isso de forma desrespeitosa? Acredito que ninguém. Se apresentar é uma forma de estabelecer vínculos e não só permitir que falem por si, mas também reconhecê-los e chamá-los pelo nome é uma forma de fortalecer a relação. A postura deles muda quando eles tem consciência de que você realmente sabe quem são! Outro ponto importante é inf ormá-los do motivo pelo qual você está ali. Não precisa detalhar, mas eles tem vínculos com o professor regente e essa informação acaba com a agitação inicial e possíveis especulações.
  3. Estabelecer regras e combinados em comum acordo com os alunos. Explicar sua forma de trabalhar e seus objetivos ali dimui a ansiedade deles, e estabelecer as regras e combinados em conjunto é importante para que eles te respeitem enquanto profissional e saibam das consequências para transgressões que foram decididas por eles mesmos. No final, eles mesmos serão fiscais ou juízes do cumprimento ou não das regras de combinados. É importante que sejam colocadas consequências possíveis, pois o professor deve ter sua prática coerente com seu discurso e deve manter o que foi estabelecido, afinal essas regras e combinados são as leis daquela sala.
  4. Lidar com possíveis comparações de forma adequada. A tendência para os primeiros momentos é de que eles nos testem, o que ocorre de inúmeras formas, mas a mais comum é o estabelecimento de comparações com o professor regente da sala. Para sair dessa saia justa e resolver essa situação de forma adequada, é importante manter a calma em primeiro lugar e deixar claro qual seu papel ali dentro, explicar que cada um possui uma forma de trabalhar, para isso estabeleceram as regras e combinados e que enquanto você estiver com a sala será desta forma, mas que se tiverem sugestões podem se manifestar. Jamais critique a professora regente na sala, ou qualquer outro professor ou profissional da unidade. Isso não é ético e só traz consequências negativas.
  5. Gerenciamento da sala de aula e organização. Mantenha o espaço organizado, e estimule-os a manter o mesmo a partir do seu exemplo. Não deixe passar acúmu-lo de lixo e sujeira no chão. É importante que eles tomem consciência da necessidade de conservar o espaço que é deles! Com o tempo eles se acostumarão a organizar tudo quando concluírem as tarefas. Ficará melhor para eles, para você e a equipe gestora também valorizará essa prática. Em uma das unidades que trabalhei, a professora sempre levava um agrado para as crianças, como doces, figurinhas, etc. Ela não usava como uma recompensa baseada na troca ou interesse, e sim para valorizar a postura e o trabalho do grupo no dia. Sem anunciar previamente, ao final de um dia produtivo, ela organizava a roda, contava uma história ou abria o espaço para uma conversa e sempre ressaltava os pontos positivos e negativos do dia. Ao final, chamava um por um para pegar o agrado no pote, sempre fazendo algum comentário construtivo para cada criança. Eles se sentiam muito importantes e melhoravam suas atitudes no cotidiano.
  6. Traga propostas diferenciadas. Traga jogos, quebra-cabeças, dinâmicas ou ainda separe momentos para propostas ao ar livre ou em outros espaços.

Estas são algumas considerações importantes para o início. Com esforço genuíno, pesquisa e iniciativa tudo tende a dar certo!

Aproveite também para compartilhar experiências com outros professores e com os gestores, certamente as vivências dos outros sempre irão acrescentar neste trabalho!

Novidades no Blog!

Confira as atualizações feitas na página “Acervo Pedagógico”.

Inclui diversos materiais de apoio publicados por diversos órgãos da educação que certamente enriquecerão ainda mais a formação, o planejamento e a atuação de todo profissional da área.

A página será atualizada constantemente.

Entre, confira e deixe suas sugestões!

Um abraço,

Carol Campos

Conversa na Varanda

“A maçã” – O ambiente também determina o desenvolvimento

Na última aula do 2º módulo da minha pós graduação, assistimos ao filme / documentário “A maçã” (Sib, 1998, Irã / França). A obra é baseada em fatos reais e mistura realidade e ficção para contar a história de duas garotas de 12 anos que  cresceram trancadas em casa desde o nascimento. A partir da denúncia e da manifestação dos vizinhos, uma assistente social passa a fiscalizar e orientar o pai idoso e a mãe cega quanto aos cuidados com as meninas, que nem tomavam banho há anos!

Ao longo do filme, fica evidente o quanto o desenvolvimento das garotas foi comprometido pelo isolamento. Não tem postura, noções de higiene, não sabem como se relacionar com o mundo exterior e tem fala e reações imaturas para a idade,  adquirindo inclusive traços de crianças com alguma deficiência.

O ambiente é muito importante para o desenvolvimento de qualquer indivíduo e determina muitos aspectos cognitivos, intelectuais, orgânicos, motores, sociais e emocionais. Precisamos de estímulos para aprender, para adaptar nossos comportamentos e ter espaço na sociedade em que vivemos.

A aprendizagem é essencial para a sobrevivência e determina a qualidade de vida de um indivíduo.

Refletindo a obra no nosso cotidiano escolar, temos que nos questionar e reavaliar nossa postura:

Proporcionamos estímulos para o desenvolvimento de nossos alunos ou limitamos esse processo?

Preparamos o ambiente para qualificar a aprendizagem?

Permitimos que nossos alunos explorem todos os espaços e elementos possíveis?

Programamos atividades diferenciadas e saídas pedagógicas com frequência?

Trabalhamos noções de cidadania, postura, autonomia e identidade em nossas propostas?

Orientamos os pais sobre a importância de estimular os filhos fora do espaço escolar?

Estes são exemplos de algumas perguntas que devemos nos fazer regularmente, para que possamos avaliar nossa atuação e a qualidade de educação que oferecemos enquanto professores.

Nunca é tarde demais para modificar, replanejar, adequar e dar o nosso melhor para favorecer o desenvolvimento de nossos alunos.

Quem quiser assistir ao documentário na integra, é só baixa-lo no link abaixo.

http://baixandonafaixa.blogspot.com/2011/04/filme-maca.html

Vale a pena!

Ideias para decoração de espaços

Todo ano somos desafiados a transformar o espaço que recebemos para acolher nossos alunos. Geralmente este lugar está cru, sem vida, ou até mesmo com resquícios da turma que ocupou aquele espaço no período anterior.

Não somos arquitetos, pintores e nem engenheiros, mas utilizamos nossos talentos e conhecimentos para adequar o ambiente a faixa etária e às características gerais daqueles que ocuparão o espaço.

Pintamos o sete, criamos ambientes diversos dentro de uma única sala, consertamos, reformamos, enfim transformamos a sala para dar mais cor e vida ao cotidiano escolar.

Pensando nisto, separei algumas imagens de locais e exposições que visitei, além de ideias que já tive para compartilhar aqui no “Conversa na Varanda”.

Espero que as imagens os inspirem!